{"id":30,"date":"2024-02-23T08:42:39","date_gmt":"2024-02-23T11:42:39","guid":{"rendered":"https:\/\/encontrobrasileiroebp2024.com.br\/?page_id=30"},"modified":"2024-11-04T12:00:36","modified_gmt":"2024-11-04T15:00:36","slug":"envio-de-trabalhos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/encontrobrasileiroebp2024.com.br\/index.php\/o-encontro\/envio-de-trabalhos\/","title":{"rendered":"Envio de Trabalhos"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #000080;\"><strong>INDICA\u00c7\u00d5ES PARA OS TRABALHOS DA JORNADA CL\u00cdNICA E EIXOS TEM\u00c1TICOS<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>A Jornada Cl\u00ednica do XXV Encontro Brasileiro do Campo Freudiano ir\u00e1 ocorrer no dia 08 de novembro de 2024.<\/p>\n<p>Com o objetivo de aprofundar a investiga\u00e7\u00e3o e a discuss\u00e3o do tema do Encontro, as contribui\u00e7\u00f5es para a Jornada Cl\u00ednica dever\u00e3o se dar na forma de apresenta\u00e7\u00e3o de caso ou de um fragmento cl\u00ednico.<\/p>\n<p>Tr\u00eas aspectos, entre outros, ser\u00e3o considerados:<\/p>\n<ol>\n<li>Que a apresenta\u00e7\u00e3o do caso, como resultado de um trabalho de concis\u00e3o, possa destacar os aspectos relevantes para a discuss\u00e3o;<\/li>\n<li>Que na apresenta\u00e7\u00e3o do caso estejam assinalados os efeitos produzidos no tratamento a partir da presen\u00e7a e do dizer do analista;<\/li>\n<li>Que uma quest\u00e3o seja proposta para a discuss\u00e3o, considerando a tem\u00e1tica do eixo para o qual o texto estiver endere\u00e7ado.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Uma refer\u00eancia conceitual ou alguma cita\u00e7\u00e3o que possa contribuir para a discuss\u00e3o ser\u00e3o bem-vindas, com o cuidado para que as elabora\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas n\u00e3o se sobreponham \u00e0 singularidade ou a uma eventual novidade trazida pelo caso.<\/p>\n<p>Os textos, a serem enviados em formato de arquivo Word, dever\u00e3o ter no m\u00e1ximo <strong>6000 caracteres com espa\u00e7o<\/strong>, escritos em fonte Times New Roman 12, com espa\u00e7amento de 1,5.<\/p>\n<p>Antes do t\u00edtulo, solicita-se a inser\u00e7\u00e3o do nome completo do autor, seu e-mail, n\u00famero de WhatsApp e o eixo para o qual o texto estiver endere\u00e7ado.<\/p>\n<p>No assunto do e-mail, dever\u00e3o vir os seguintes dados:\u00a0\u00a0<strong>XXV EBCF \u2013 Jornada Cl\u00ednica \u2013 SOBRENOME, Nome; Eixo&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Os textos dever\u00e3o ser enviados, no mais tardar, at\u00e9 o dia 15 de setembro, para o seguinte e-mail: <a href=\"mailto:jornadaclinica25@gmail.com\">jornadaclinica25@gmail.com<\/a><\/p>\n<p>Caso n\u00e3o receba a confirma\u00e7\u00e3o de que seu trabalho foi recebido at\u00e9 o dia 18\/09, favor reenviar o e-mail.<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> Lembramos que, para o envio de trabalhos endere\u00e7ados \u00e0 Jornada Cl\u00ednica, os autores dever\u00e3o estar previamente inscritos no Encontro.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>EIXO 1: CAPTURAS IMAGIN\u00c1RIAS E O REAL DO CORPO<\/strong><\/span><\/p>\n<blockquote><p><em>Toda realidade \u00e9 suspeita, mas n\u00e3o por ser imagin\u00e1ria, como me imputam dizer, pois \u00e9 bastante patente que o imagin\u00e1rio, tal como surge da etologia animal, \u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o do real.<\/em><\/p>\n<p>Lacan, 1971-72, p. 167<\/p><\/blockquote>\n<p>Sabemos que a imagem \u00e9 uma das formas fundamentais e decisivas de se arranjar com o corpo que se tem. No entanto, o que se v\u00ea hoje \u00e9 um verdadeiro empuxo \u00e0 imaginariza\u00e7\u00e3o do mundo. O narcisismo aparece regido por ideais de sa\u00fade e beleza que prescrevem f\u00f3rmulas transmitidas em escala global pelas redes sociais, produzindo um imperativo de como se deve tratar o corpo-imagem, exibido em sua plenitude, objeto da civiliza\u00e7\u00e3o do gozo, caracterizando o individualismo de massa.<\/p>\n<p>Da mesma forma, a biotecnologia e os aparatos tecnol\u00f3gicos atingem um alcance cada vez maior com a promessa de \u201ctudo ver\u201d, proliferando imagens do corpo, tanto em sua forma, quanto em seu funcionamento \u201ccomo rem\u00e9dio para a ang\u00fastia contempor\u00e2nea, visando a uma regula\u00e7\u00e3o dos gozos pela escopia dos corpos. [&#8230;] Assim o corpo-m\u00e1quina faz par com o corpo-imagem\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><em>. <\/em>A ideia \u00e9 a de dar consist\u00eancia ao corpo como imagem e, dele, poder tornar-se senhor. Entretanto, o corpo escapa a qualquer identifica\u00e7\u00e3o totalizante; h\u00e1 sempre algo dele que permanece fora da imagem corporal, irrepresent\u00e1vel. Resta um corpo infamiliar, que a imagem n\u00e3o consegue capturar; um gozo que n\u00e3o se inscreve e faz obst\u00e1culo a essa dilui\u00e7\u00e3o do ser falante na confus\u00e3o imagin\u00e1ria. Ou seja, n\u00e3o se captura o gozo com imagens. Como esse real que n\u00e3o se inscreve retorna, hoje, no la\u00e7o social? Qual a orienta\u00e7\u00e3o para o analista diante daquele que chega capturado nessa pregn\u00e2ncia imagin\u00e1ria?<\/p>\n<p>Seguem alguns temas para a discuss\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Quando o imagin\u00e1rio faz obst\u00e1culo \u00e0 entrada em an\u00e1lise<\/li>\n<li>O corpo tatuado e os cortes no corpo<\/li>\n<li>Identifica\u00e7\u00f5es imagin\u00e1rias e a eros\u00e3o do binarismo sexual<\/li>\n<li>O gozo que transborda o imagin\u00e1rio<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>EIXO 2: INCID\u00caNCIAS DO DISCURSO DA CI\u00caNCIA SOBRE OS CORPOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Trata-se de pensar a cl\u00ednica psicanal\u00edtica nos tempos atuais. Se o s\u00e9culo XX foi o s\u00e9culo das m\u00e1quinas, o s\u00e9culo XXI \u00e9 aquele em que o corpo e os limites do humano est\u00e3o em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Surge uma vertigem de milhares de interven\u00e7\u00f5es corporais poss\u00edveis, em todos os \u00e2mbitos: das cirurgias est\u00e9ticas \u00e0s altera\u00e7\u00f5es de reparo no pr\u00f3prio DNA; das novas t\u00e9cnicas de reprodu\u00e7\u00e3o \u00e0 luta para alcan\u00e7ar a imortalidade; da medicaliza\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia aos procedimentos de redesigna\u00e7\u00e3o de sexo&#8230; tudo se passa em um ambiente que tornou caduca a ideia de um puro discurso da Ci\u00eancia que n\u00e3o seja afetado, regulado e at\u00e9 mesmo criado a partir de injun\u00e7\u00f5es mercadol\u00f3gicas e pol\u00edticas.<\/p>\n<p>Assim, a Ci\u00eancia n\u00e3o \u00e9 mais capaz de apaziguar com sua verdade \u2013 basta recordarmos da fenda aberta no Outro durante a pandemia, entre os que apoiavam e os que rejeitavam a vacina\u00e7\u00e3o. O sujeito contempor\u00e2neo est\u00e1 mergulhado nessa trama de Ci\u00eancia e pseudoci\u00eancia que impulsiona uma batalha dos discursos e o refor\u00e7o das posi\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias em detrimento do sintoma de cada um.<\/p>\n<p>O convite \u00e9 para que sejam encaminhados casos, tanto de psican\u00e1lise pura, quanto de psican\u00e1lise aplicada, nos quais seja poss\u00edvel demonstrar o ponto preciso, agudo, em que a a\u00e7\u00e3o do analista permitiu uma separa\u00e7\u00e3o entre o falasser e seus discursos condicionantes. Os efeitos do mergulho da humanidade no campo das redes sociais foram rapidamente identificados como patologias de aliena\u00e7\u00e3o e separa\u00e7\u00e3o do Outro. Irrompe, desse modo, uma cl\u00ednica em que os corpos est\u00e3o cada vez mais rotulados.<\/p>\n<p>Seguem alguns temas para a discuss\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>A fibromialgia como express\u00e3o de uma histeria r\u00edgida?<\/li>\n<li>O luto medicalizado e tratado como depress\u00e3o<\/li>\n<li>TOC como evacua\u00e7\u00e3o da culpabilidade inconsciente na neurose obsessiva<\/li>\n<li>A hiperatividade como submiss\u00e3o ao imperativo de \u201ctodos conectados\u201d<\/li>\n<li>A inclus\u00e3o indiscriminada de crian\u00e7as que rejeitam a hiperconectividade no espectro autista<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>EIXO 3: O REAL DA SEXUA\u00c7\u00c3O E O DIZER DA AN\u00c1LISE<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para a psican\u00e1lise de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana, a sexua\u00e7\u00e3o se organiza, simbolicamente, pelo consentimento do sujeito, a partir do que lhe \u00e9 atribu\u00eddo pelo Outro. Por\u00e9m, o que a causa \u201cfinca suas ra\u00edzes no enigma do real\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. N\u00e3o \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o como representante bin\u00e1rio que faz existir a diferen\u00e7a sexual, pois o que possibilita a sexua\u00e7\u00e3o \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o do sujeito com o gozo: \u201cTrata-se de separar a sexua\u00e7\u00e3o a partir estritamente de algo que \u00e9 do real\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p>Por outro lado, o discurso do mestre contempor\u00e2neo traz a promessa da garantia de um atributo capaz de unificar uma classe. Mesmo com infinitas ofertas que prometem enla\u00e7ar o excedente pulsional ao discurso, seja por modifica\u00e7\u00f5es corporais, performances ou nomea\u00e7\u00f5es sociais, algo insiste e nos chega sob a forma de ang\u00fastia, desamparo, depress\u00e3o ou crise.<\/p>\n<p><em>O real da sexua\u00e7\u00e3o e o dizer da an\u00e1lise <\/em>formam, portanto, um par heterog\u00eaneo que coloca em tens\u00e3o o que se enla\u00e7a contingencialmente em uma an\u00e1lise. Como se articulam e qual \u00e9 o limite dessa articula\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Quais sa\u00eddas o sujeito inventa para tratar o real do sexo?<\/p>\n<p>Seguem alguns temas para a discuss\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cAmores fluidos\u201d e a fixidez do gozo<\/li>\n<li>Entrada na adolesc\u00eancia, instante de ver e empuxo a concluir<\/li>\n<li>O ideal da uni\u00e3o sem restos e os amores loucos<\/li>\n<li>Efeitos do dizer da an\u00e1lise nas solu\u00e7\u00f5es singulares<\/li>\n<li>O (des)encontro com o Outro sexo e a identidade de g\u00eanero<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>EIXO 4: O CORPO \u201cFORA DO DISCURSO\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Neste Eixo, teremos a oportunidade de esclarecer, a partir da experi\u00eancia cl\u00ednica, o que do corpo n\u00e3o \u00e9 alcan\u00e7ado pelo discurso. Cabe aqui uma distin\u00e7\u00e3o entre o que Lacan assinala como \u201co mist\u00e9rio do corpo falante\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a> e o que seriam os corpos tomados pelo discurso. Uma indica\u00e7\u00e3o vem de seu coment\u00e1rio a respeito do autismo e da esquizofrenia. Se nos interessamos em saber por que haveria neles algo que \u201ccongela\u201d, isso n\u00e3o significa que seus corpos n\u00e3o estejam imersos e, por vezes, assolados pela linguagem. No entanto, o que h\u00e1 de sugestivo nessa cl\u00ednica, dir\u00e1, \u00e9 que a linguagem, nesses casos, n\u00e3o parece \u201cmorder\u201d o corpo.<\/p>\n<p>Por outro lado, ser\u00e1 uma oportunidade para examinar o que est\u00e1 em jogo quando nos referimos ao <em>sinthoma<\/em> como \u201cacontecimento de corpo\u201d. De que ordem \u00e9 esse acontecimento, o qual, como constatamos na cl\u00ednica, n\u00e3o prov\u00e9m de um discurso? O que h\u00e1 nele que antecede a qualquer articula\u00e7\u00e3o significante, como itera\u00e7\u00e3o do momento inaugural do encontro com o gozo?<\/p>\n<p>Se nos interessamos pelo que do corpo se manifesta como fora do discurso, tamb\u00e9m ser\u00e1 de interesse considerar as modalidades de gozo experimentadas como \u201cfora do corpo\u201d. Para Lacan, o paradigma desse gozo \u201cfora do corpo\u201d \u00e9 o gozo f\u00e1lico. Trata-se de um gozo que interroga o corpo em sua consist\u00eancia imagin\u00e1ria, como se ali houvesse uma \u201cvida pr\u00f3pria\u201d que n\u00e3o responde aos discursos com os quais se procura ordenar a rela\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3prio corpo.<\/p>\n<p>Isso nos leva a considerar, na cl\u00ednica, os momentos em que o falasser se v\u00ea diante de um corpo que tende a sair fora, de um corpo que parece colocar em quest\u00e3o a sua pr\u00f3pria \u201cconsist\u00eancia mental\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, cabe lembrar que Lacan se refere \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o, como dizer do analista, como algo discrepante em rela\u00e7\u00e3o aos discursos que visam a agarrar o corpo. N\u00e3o \u00e9 por acaso que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o, ele ir\u00e1 evocar a dimens\u00e3o oracular da palavra e o \u201cfora do discurso\u201d das psicoses, como balizas que permitem localizar os efeitos dos significantes sobre os corpos, para al\u00e9m dos efeitos de sentido.<\/p>\n<p>Seguem alguns temas para a discuss\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>O corpo \u201cfora-do-discurso\u201d na cl\u00ednica das psicoses<\/li>\n<li>Os impasses com o gozo f\u00e1lico como gozo \u201cfora do corpo\u201d<\/li>\n<li>O corpo \u201cfora do discurso\u201d na cl\u00ednica com os autistas<\/li>\n<li>Quando a l\u00edngua n\u00e3o morde o corpo: o \u201cdito esquizofr\u00eanico\u201d<\/li>\n<li>O corpo que tende a sair fora e seu manejo em uma an\u00e1lise<\/li>\n<li>O <em>sinthoma<\/em> como acontecimento de corpo<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Laurent, \u00c9. <em>O avesso da biopol\u00edtica<\/em>:<em> uma escrita para o gozo<\/em>. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2016, p. 15.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Bassols, M. \u201cFundamentos da sexua\u00e7\u00e3o em Lacan\u201d. In: <em>Latusa 26<\/em>: binarismo em crise &#8211; g\u00eanero e sexo nos tempos que correm. N. 26. Rio de Janeiro: EBP-Rio, 2022, p. 36.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Laurent. \u00c9. \u201cArgumento: Por que o Um?\u201d. In: <em>Leituras do Semin\u00e1rio&#8230; Ou pior de Jacques Lacan<\/em>. Gorski, G. G.; Fuentes, M. J. S. F. (Orgs.). 1ed. V. 1. Salvador: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, 2015, p. 38.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Lacan, J. (1972-1973)\u00a0<em>O Semin\u00e1rio, livro 20<\/em>: <em>mais, ainda.<\/em> Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 178.<\/h6>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] INDICA\u00c7\u00d5ES PARA OS TRABALHOS DA JORNADA CL\u00cdNICA E EIXOS TEM\u00c1TICOS A Jornada Cl\u00ednica do XXV Encontro Brasileiro do Campo Freudiano ir\u00e1 ocorrer no dia 08 de novembro de 2024. 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